
Sentada em um canto da casa pensamentos caminham por toda a mente: sonhos, desejos e vontades vão se desabrochando. A partir de então você começa a viver um lindo filme em que o cenário é a sua vida. Todas as luzes e efeitos que possam existir são seus amigos e as pessoas que você mais ama. Tudo vai ficando tão claro que aparenta ser real; mas na verdade é REAL!
Com o poder da mente e o som do coração se é capaz de ir a outros mundos mover céus e terras, adentrar vidas e sentimentos recolhidos.
Assim continuamos com o roteiro. Segue uma história em que alguns pontos são realmente dolorosos e você tem vontade de cortar a cena e pular para uma outra parte, mas não é possível seguir o filme sem passar por aquela parte. É triste não é? Mas até mesmo em fantasias é preciso que haja um pouco de dor...
Dando continuidade ao filme, uma nova cena está para começar. Talvez agora seja algo que nos alegre, mas tudo continua do mesmo jeito: sofrimento, desanimo, as decepções, os amores não correspondidos, os dias tristes, as noites mal dormidas, as madrugadas molhadas vão nos deixando fracos e quase obrigando-nos a desistir de qualquer outro caminho.
O medo e a insegurança passam a ser os companheiros mais próximos. Mas corta essa cena ai. Esse filme só tem sofrimento?
Em meio a essa estrada percorrida chega a hora de buscar força nas tristezas. A cruz foi bem pesada, não foi? É, foi sim. O filme correu tão rápido que como uma esquina esquecida passamos por ela sem percebê-la. Justamente nessa esquina esquecida e despercebida se encontrava a força, o refúgio que você deveria colocar a frente e a princípio de qualquer história, principalmente da história de sua vida!
Tantas dores teriam sido anestesiadas, tantas lágrimas impedidas de cair. Mas infelizmente é assim, no filme de nossa vida todos os efeitos são aplicados, mas esquecemos do brilho maior que ofusca em nossa vida, que dá o sentido e a direção.
É preciso acima e a frente de tudo colocarmos essa força tão potente e ai sim abrir as cortinas e deixar que o filme aconteça. Essa esquina perdida e essa força tão potente atende pelo nome de DEUS!
(Texto enviado pela Guerreira Driele)
Com o poder da mente e o som do coração se é capaz de ir a outros mundos mover céus e terras, adentrar vidas e sentimentos recolhidos.
Assim continuamos com o roteiro. Segue uma história em que alguns pontos são realmente dolorosos e você tem vontade de cortar a cena e pular para uma outra parte, mas não é possível seguir o filme sem passar por aquela parte. É triste não é? Mas até mesmo em fantasias é preciso que haja um pouco de dor...
Dando continuidade ao filme, uma nova cena está para começar. Talvez agora seja algo que nos alegre, mas tudo continua do mesmo jeito: sofrimento, desanimo, as decepções, os amores não correspondidos, os dias tristes, as noites mal dormidas, as madrugadas molhadas vão nos deixando fracos e quase obrigando-nos a desistir de qualquer outro caminho.
O medo e a insegurança passam a ser os companheiros mais próximos. Mas corta essa cena ai. Esse filme só tem sofrimento?
Em meio a essa estrada percorrida chega a hora de buscar força nas tristezas. A cruz foi bem pesada, não foi? É, foi sim. O filme correu tão rápido que como uma esquina esquecida passamos por ela sem percebê-la. Justamente nessa esquina esquecida e despercebida se encontrava a força, o refúgio que você deveria colocar a frente e a princípio de qualquer história, principalmente da história de sua vida!
Tantas dores teriam sido anestesiadas, tantas lágrimas impedidas de cair. Mas infelizmente é assim, no filme de nossa vida todos os efeitos são aplicados, mas esquecemos do brilho maior que ofusca em nossa vida, que dá o sentido e a direção.
É preciso acima e a frente de tudo colocarmos essa força tão potente e ai sim abrir as cortinas e deixar que o filme aconteça. Essa esquina perdida e essa força tão potente atende pelo nome de DEUS!
(Texto enviado pela Guerreira Driele)
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